<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>sitesrapidos &#8211; BMI Advogados</title>
	<atom:link href="https://bmiadvogados.com.br/author/sitesrapidos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bmiadvogados.com.br</link>
	<description>Advogados Associados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 22 Sep 2020 12:45:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://bmiadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/06/favicon.ico</url>
	<title>sitesrapidos &#8211; BMI Advogados</title>
	<link>https://bmiadvogados.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Bolsonaro sanciona MP que permite redução de jornada de trabalho</title>
		<link>https://bmiadvogados.com.br/bolsonaro-sanciona-mp-que-permite-reducao-de-jornada-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitesrapidos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 21:01:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bmiadvogados.com.br/?p=678</guid>

					<description><![CDATA[Jair Bolsonaro acaba de anunciar, em seu Facebook, a sanção à MP 936, que permite às empresas reduzir jornada e salários e suspender os contratos de trabalho durante a pandemia. “Sancionada hoje a Lei que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (MP-936). Todos os benefícios serão custeados com recursos da União, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Jair Bolsonaro acaba de anunciar, em seu Facebook, a sanção à MP 936, que permite às empresas reduzir jornada e salários e suspender os contratos de trabalho durante a pandemia.</p>
<p>“Sancionada hoje a Lei que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (MP-936). Todos os benefícios serão custeados com recursos da União, operacionalizado e pago pelo Ministério da Economia diretamente ao empregado.”</p>
<p>A medida provisória foi aprovada pelo Senado em 16 de junho. O texto permite a prorrogação do período de renegociação –limitado a três meses para redução da jornada e dois meses para a suspensão do contrato.</p>
<p>A prorrogação das negociações, no entanto, terá de ser regulamentada por decreto.</p>
<p>A lei e o decreto ainda não foram publicados no Diário Oficial.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COSIT afirma que sociedades unipessoais de advocacia devem ter mesmo tratamento tributário de pessoas jurídicas</title>
		<link>https://bmiadvogados.com.br/cosit-afirma-que-sociedades-unipessoais-de-advocacia-devem-ter-mesmo-tratamento-tributario-de-pessoas-juridicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitesrapidos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2020 13:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bmiadvogados.com.br/?p=663</guid>

					<description><![CDATA[A Coordenação-Geral da Tributação da Receita Federal do Brasil (COSIT), através da publicação da Solução de Consulta nº 88, de 29 de junho de 2020, afirmou que as sociedades unipessoais de advocacia devem ter o mesmo tratamento tributário conferido às demais pessoas jurídicas, em relação aos tributos federais. “O parecer da COSIT ressaltou a importância [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Coordenação-Geral da Tributação da Receita Federal do Brasil (COSIT), através da publicação da Solução de Consulta nº 88, de 29 de junho de 2020, afirmou que as sociedades unipessoais de advocacia devem ter o mesmo tratamento tributário conferido às demais pessoas jurídicas, em relação aos tributos federais.</p>



<p>“O parecer da COSIT ressaltou a importância do trabalho desempenhado na Ordem gaúcha. É uma bandeira antiga da seccional garantir aos advogados que atuam individualmente uma carga tributária menos onerosa, inclusive podendo optar pelo regime tributário do Simples Nacional”, reforçou Ricardo Breier, presidente da OAB/RS.</p>



<p>De acordo com o entendimento da COSIT, o Regulamento do Imposto sobre a Renda (RIR), apesar de estabelecer algumas restrições para a classificação e a tributação como pessoa jurídica de algumas atividades profissionais, também deu um novo conceito às empresas individuais constituídas sob a forma de sociedade unipessoal de advocacia a partir da nova redação do § 1º do art. 15 da Lei nº 8.906, de 1994 que diz: “sociedade de advogados e a sociedade unipessoal de advocacia adquirem personalidade jurídica com o registro aprovado dos seus atos constitutivos no Conselho Seccional da OAB”.</p>



<p>Dessa forma, segundo a Coordenação-Geral da Tributação da Receita Federal, abriu-se a possibilidade para que a sociedade unipessoal de advocacia, devidamente constituída e registrada na OAB, tenha suas receitas tributadas como pessoa jurídica.</p>



<p>Além disso, o parecer da COSIT ratifica o entendimento sobre o fato de que a sociedade unipessoal de advocacia, por se tratar de uma espécie legalmente disciplinada do gênero “sociedade”, está incluída entre as pessoas jurídicas de direito privado, nos termos dos artigos 40, 44 e 45 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, do vigente Código Civil Brasileiro.</p>



<p>Para a vice-presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB/RS, Jussandra Hickmann, esta Solução de Consulta é um alento a todos os advogados que temiam uma interpretação diversa, em razão da regra disposta no art. 162, §2º, II, do RIR/2018, que afastava a equiparação dos empresários individuais às pessoas jurídicas, para empresas individuais de alguns profissionais, dentre eles, a do advogado. “O receio era de que o Fisco aplicasse à regra para tributar as sociedades unipessoais como se pessoa física fosse, a exemplo do que já ocorreu no passado com médicos, arquitetos e outros, constituída de empresários individuais, antes do advento da sua constituição como EIRELI (empresa individual de responsabilidade limitada)”, explicou Jussandra.</p>



<p>Fonte: OABRS</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Justiça do Trabalho não pode multar empresa por descumprimento de decisão</title>
		<link>https://bmiadvogados.com.br/justica-do-trabalho-nao-pode-multar-empresa-por-descumprimento-de-decisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitesrapidos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 17:51:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bmiadvogados.com.br/?p=456</guid>

					<description><![CDATA[A Justiça do Trabalho não pode obrigar uma empresa a cumprir decisão, referente a pagamento de execução, em determinado número de dias sob pena de multa. Isso porque o artigo 880 da CLT determina o pagamento da condenação na fase de execução, mas não fixa multa por descumprimento da sentença nos processos trabalhistas. Com esse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Justiça do Trabalho não pode obrigar uma empresa a cumprir decisão, referente a pagamento de execução, em determinado número de dias sob pena de multa. Isso porque o artigo 880 da CLT determina o pagamento da condenação na fase de execução, mas não fixa multa por descumprimento da sentença nos processos trabalhistas. Com esse entendimento, a 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho reformou decisão que obrigava o pagamento.<br>O caso trata de uma funcionária que pediu na Justiça o pagamento de adicional de insalubridade (por trabalhar em ambiente resfriado artificialmente), o reconhecimento das horas in itinere, honorários periciais e multa por litigância de má-fé e por descumprimento da decisão.<br>No primeiro grau, o Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) decidiu que a BRF, uma das gigantes do ramo alimentício, deveria apresentar cálculo de liquidação e efetuar o pagamento espontâneo do débito em até cinco dias, após o trânsito em julgado, sob pena da incidência da multa de 20%.<br>O advogado Rafael Lara Martins, em defesa da empresa, recorreu da decisão, pedindo a reforma do acórdão para que seja afastada a multa em caso de descumprimento da decisão. Segundo o advogado, há violação do artigo 880 da CLT, que não prevê a possibilidade da incidência da multa.<br>“Sabe-se que a execução é um dos grandes gargalos da Justiça do Trabalho. Porém, as varas do Trabalho não podem, no afã de resolver a questão, criar mecanismos não previstos na legislação. Processo é procedimento e, portanto, deve estar sempre regulamentada qualquer medida de expropriação de bens ou aumento da pena”, defendeu.<br>Com isso, a turma seguiu o voto do ministro Maurício Godinho Delgado e deu provimento ao recurso. “Demonstrado no agravo de instrumento que o recurso de revista preenchia os requisitos do art. 896 da CLT, dá-se provimento ao agravo de instrumento para melhor análise da alegada violação do art. 880 da CLT”, decidiu o ministro.</p>



<p>Fonte: Conjur &#8211;  <a href="https://www.conjur.com.br/2018-jun-20/justica-nao-multar-empresa-descumprimento-decisao?fbclid=IwAR1kSUR22sJffU88OIgCl2QVblYo0mvTqffAzLCQd-lh-VmjmVDQzyVe-bA">https://www.conjur.com.br/2018-jun-20/justica-nao-multar-empresa-descumprimento-decisao?fbclid=IwAR1kSUR22sJffU88OIgCl2QVblYo0mvTqffAzLCQd-lh-VmjmVDQzyVe-bA</a> </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ reconhece pensões distintas a filhos de relacionamentos diferentes</title>
		<link>https://bmiadvogados.com.br/stj-reconhece-pensoes-distintas-a-filhos-de-relacionamentos-diferentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitesrapidos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 17:49:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bmiadvogados.com.br/?p=453</guid>

					<description><![CDATA[O princípio da igualdade absoluta de direitos entre os filhos não tem natureza inflexível. Por isso, pensões destinadas a crianças de relacionamentos diferentes podem ter valores distintos caso uma das mães tenha maior capacidade financeira do que a outra. Assim entenderam os ministros da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao manterem percentuais definidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O princípio da igualdade absoluta de direitos entre os filhos não tem natureza inflexível. Por isso, pensões destinadas a crianças de relacionamentos diferentes podem ter valores distintos caso uma das mães tenha maior capacidade financeira do que a outra. Assim entenderam os ministros da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao manterem percentuais definidos pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais.</p>



<p>A corte havia reduzido uma das pensões alimentícias de 20% para 15% dos rendimentos líquidos do pai. A mãe da criança com menor percentual recorreu, alegando que a decisão teria dado tratamento discriminatório para o seu filho, já que o outro herdeiro continuaria recebendo o percentual anterior.</p>



<p>A relatora no STJ, ministra Nancy Andrighi, disse que a norma geral pode ser afastada porque “é dever de ambos os cônjuges contribuir para a manutenção dos filhos na proporção de seus recursos”.</p>



<p>“Assim, poderá ser justificável a fixação de alimentos diferenciados entre a prole se, por exemplo, sendo os filhos oriundos de distintos relacionamentos, houver melhor capacidade de contribuição de um genitor ou genitora em relação ao outro”, entendeu a ministra.</p>



<p>Ela disse que o TJ-MG verificou que a autora tem mais recursos do que a mãe da outra criança que recebe um valor maior. Também ressaltou a importância de serem avaliadas as reais necessidades dos filhos. Na concepção da ministra, um recém-nascido, por exemplo, é incapaz de desenvolver qualquer atividade que um adolescente poderia exercitar.</p>



<p>“Seria possível cogitar de uma potencial violação ao princípio da igualdade entre filhos se houvesse sido apurado que eles possuem as mesmas necessidades essenciais e que as genitoras possuem as mesmas capacidades de contribuir para a manutenção de tais necessidades, mas, ainda assim, houvesse a fixação em valor ou patamar distinto”, concluiu a ministra.</p>



<p>O voto foi seguido por unanimidade. O número do processo não foi divulgado porque tramita em segredo judicial.</p>



<p><em>Fonte: Conjur</em> &#8211; <a href="https://www.conjur.com.br/2018-jul-04/stj-permite-pensoes-distintas-filhos-relacionamentos-diferentes?fbclid=IwAR3tAKJKkA6bcIX5tTsTPxK5T7szL0H9zQWLtypNGX-bL3zhWMRXutKx44g">https://www.conjur.com.br/2018-jul-04/stj-permite-pensoes-distintas-filhos-relacionamentos-diferentes?fbclid=IwAR3tAKJKkA6bcIX5tTsTPxK5T7szL0H9zQWLtypNGX-bL3zhWMRXutKx44g</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministro suspende norma que admite que trabalhadoras grávidas e lactantes desempenhem atividades insalubres</title>
		<link>https://bmiadvogados.com.br/ministro-suspende-norma-que-admite-que-trabalhadoras-gravidas-e-lactantes-desempenhem-atividades-insalubres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitesrapidos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 17:38:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bmiadvogados.com.br/?p=446</guid>

					<description><![CDATA[Em análise preliminar do caso, o ministro Alexandre de Moraes entendeu que a legislação questionada afronta diversas normas constitucionais que asseguram proteção à maternidade e a integral proteção à criança. 30/04/2019 19h40 &#8211; Atualizado há 35036 pessoas já viram isso O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu liminar na Ação Direta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em análise preliminar do caso, o ministro Alexandre de Moraes entendeu que a legislação questionada afronta diversas normas constitucionais que asseguram proteção à maternidade e a integral proteção à criança. 30/04/2019 19h40 &#8211; Atualizado há 35036 pessoas já viram isso</p>





<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu liminar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5938 para suspender norma que admite a possibilidade de trabalhadoras grávidas e lactantes desempenharem atividades insalubres em algumas hipóteses. A ação foi ajuizada no Supremo pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos. O relator verificou que estão presentes no caso os requisitos da plausibilidade jurídica do direito e do perigo da demora, necessários para a concessão da cautelar.</p>



<p>A confederação questiona expressões contidas nos incisos II e III do artigo 394-A da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) com a redação conferida pelo artigo 1º da Lei 13.467/2017 (Reforma Trabalhista). A norma admite que trabalhadoras gestantes exerçam atividades consideradas insalubres em grau médio ou mínimo e lactantes desempenhem atividades insalubres em qualquer grau, exceto quando apresentarem atestado de saúde emitido por médico de confiança da mulher que recomende o afastamento durante a gestação e a lactação. Tal permissão legal, segundo a entidade autora, afronta a proteção que a Constituição Federal atribui à maternidade, à gestação, à saúde, à mulher, ao nascituro, aos recém-nascidos, ao trabalho e ao meio ambiente do trabalho equilibrado.</p>



<p><strong>Liminar</strong></p>



<p>Na análise da plausibilidade jurídica do pedido (fumus boni juris), o relator observou que as normas impugnadas expõem as empregadas gestantes a atividades insalubres de grau médio ou mínimo e as empregadas lactantes a atividades insalubres de qualquer grau e impõem a elas o ônus de apresentar atestado de saúde como condição para o afastamento. Em análise preliminar da matéria, ele entendeu que as expressões impugnadas não estão em consonância com diversas garantias constitucionais, entre elas a proteção à maternidade, que norteia outros direitos sociais, como a licença-maternidade, o direito à segurança no emprego assegurado à gestante e normas de saúde, higiene e segurança, “os quais representam não apenas normas de proteção à mulher gestante ou lactante, mas também ao nascituro e recém-nascido lactente”.</p>



<p>Segundo o ministro Alexandre de Moraes, a proteção da mulher grávida ou da lactante em relação ao trabalho insalubre caracteriza-se como direito social protetivo tanto da mulher quanto da criança. “A proteção à maternidade e a integral proteção à criança são direitos irrenunciáveis e não podem ser afastados pelo desconhecimento, pela impossibilidade ou pela própria negligência da gestante ou lactante em juntar um atestado médico, sob pena de prejudicá-la e prejudicar o recém-nascido”, ressaltou.</p>



<p>O perigo da demora (periculum in mora), outro requisito para a concessão de liminar, está demonstrado em razão de as expressões questionadas permitirem a exposição de empregadas grávidas e lactantes a trabalho em condições insalubres, o que, segundo o relator, deve ser obstado de imediato. “Mesmo em situações de manifesto prejuízo à saúde da trabalhadora, por força do texto impugnado, será ônus desta a demonstração probatória e documental dessa circunstância, o que obviamente desfavorece a plena proteção do interesse constitucionalmente protegido, na medida em que sujeita a trabalhadora a maior embaraço para o exercício de seus direitos”, destacou.</p>



<p>A decisão cautelar suspende a eficácia da expressão “quando apresentar atestado de saúde, emitido por médico de confiança da mulher, que recomende o afastamento”, contida dos dispositivos impugnados.</p>



<p>Leia a <a href="http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/ADI5938decisoliminarMin.AlexandredeMoraesem30.4.19.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">íntegra da decisão</a>.</p>



<p><em>Fonte: STF </em>&#8211; <a href="http://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=409885&amp;fbclid=IwAR06Pet_nN5bnvZ3yDILajAi5SN8qiTQf9CrHf--GY_ICekZerqU2V8Mm34">http://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=409885&amp;fbclid=IwAR06Pet_nN5bnvZ3yDILajAi5SN8qiTQf9CrHf&#8211;GY_ICekZerqU2V8Mm34</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indenizações judiciais recebidas por empresa estão sujeitas a IRPJ e CSLL</title>
		<link>https://bmiadvogados.com.br/indenizacoes-judiciais-recebidas-por-empresa-estao-sujeitas-a-irpj-e-csll/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitesrapidos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 17:34:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bmiadvogados.com.br/?p=443</guid>

					<description><![CDATA[Quando uma empresa é acionada judicialmente por dívida já paga, e a parte contrária é condenada a pagar a ela uma indenização, essa indenização é tributável e sobre ela incidem IRPJ e CSLL na forma de lucro presumido, mas não PIS/Cofins. Este é o entendimento firmado pela Receita Federal na solução de consulta 115. Para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando uma empresa é acionada judicialmente por dívida já paga, e a parte contrária é condenada a pagar a ela uma indenização, essa indenização é tributável e sobre ela incidem IRPJ e CSLL na forma de lucro presumido, mas não PIS/Cofins. Este é o entendimento firmado pela Receita Federal na solução de consulta 115.</p>

<p>Para Receita, o valor pago estipulado na indenização daquele que for demandado judicialmente por dívida já paga total ou parcialmente deve ser reconhecido como tributável para fins de IRPJ e CSLL no lucro presumido.</p>

<p>Para o tributarista <strong>Fábio Calcini</strong>, quanto ao PIS/Cofins o entendimento da Receita está correto. &#8220;Porque mesmo após a alteração pela Lei n. 12.973/2014, tais ingressos não configuram receita bruta, dado do fato de que não seriam venda de mercadoria, serviço ou mesmo decorrente da principal atividade da pessoa jurídica&#8221;, diz.</p>



<p>Entretanto, segundo Calcini, há clara ilegalidade e inconstitucionalidade ao se buscar tributar o IRPJ e CSSL. &#8220;Isso porque o legislador expressamente reconhece a natureza indenizatória. Assim, pela necessidade de respeito ao artigo 110 do Código Tributário Nacional, tais valores não poderiam ser tributados&#8221;, explica.</p>



<p><strong>Tese da Receita</strong><br />O entendimento da Receita se baseia na hipótese prevista no artigo 940 do Código Civil, que regula as hipóteses de cobrança judicial por dívida já paga. Ele diz que aquele que demandar por dívida já paga sem ressalvar as quantias recebidas deve pagar ao devedor o dobro da quantia cobrada. Se a parte demandar mais do que o devido, será condenada a pagar aquilo que exigiu, exceto em casos de prescrição.</p>



<p>No caso, uma empresa privada questiona a incidência dos impostos e apura seu resultado pelo lucro presumido, uma vez que foi demandada judicialmente por sindicato a que se vinculam os seus empregados. O sindicato afirmava que a empresa não tinha pagado diferenças salariais aprovadas em dissídio coletivo. Como a empresa provou judicialmente que não havia diferença salarial a ser paga, o sindicato demandante foi condenado a pagar &#8220;a indenização prevista no artigo 940 do código civil brasileiro&#8221;.</p>



<p>Para a Receita, os valores pagos perante decisão judicial constituem uma sanção civil aplicada ao demandante que cobra dívida que já sabe ter sido paga. &#8220;A jurisprudência aponta, em sua maioria, que há que se caracterizar a má fé do demandante, conforme expresso na Súmula 159 do Supremo Tribunal Federal&#8221;, diz trecho do documento.</p>



<p>Segundo a Receita, os valores recebidos pela empresa representam acréscimo patrimonial. &#8220;Também esses valores não se enquadram no conceito de receita bruta porque não constituem receitas da atividade ou objeto da empresa. Enquadram-se, no entanto, em &#8220;demais receitas&#8221;, no caso de apuração do IRPJ na forma do lucro presumido&#8221;.</p>



<p>Para a Receita, as contribuições para o PIS/Cofins devidas pelas pessoas jurídicas de direito privado serão calculadas com base no seu faturamento bruto.</p>



<p><strong>Clique <a href="https://www.conjur.com.br/dl/valores-recebidos-decisao-judicial-sao.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> para ler a Solução de Consulta 115.</strong></p>



<p>Fonte: ConJur &#8211; <a href="https://www.conjur.com.br/2019-abr-17/indenizacoes-judiciais-recebidas-empresa-sao-tributaveis?fbclid=IwAR3YsNsfZPm9fVBfoGQNOaVEepAO8rac_qo7sL0wEGRYw7LCrRw3OGf9tyw">https://www.conjur.com.br/2019-abr-17/indenizacoes-judiciais-recebidas-empresa-sao-tributaveis?fbclid=IwAR3YsNsfZPm9fVBfoGQNOaVEepAO8rac_qo7sL0wEGRYw7LCrRw3OGf9tyw</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Beneficiário de Justiça gratuita deve pagar custas se falta a audiência sem justificativa</title>
		<link>https://bmiadvogados.com.br/beneficiario-de-justica-gratuita-deve-pagar-custas-se-falta-a-audiencia-sem-justificativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitesrapidos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 17:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bmiadvogados.com.br/?p=440</guid>

					<description><![CDATA[Trabalhador que ingressa com ação e falta a audiência sem justificativa deve pagar custas mesmo em caso de Justiça gratuita. A decisão é da 17ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, ao manter sentença que condenou o autor a pagar R$ 268 de custas processuais por não comparecer a audiência tampouco apresentar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Trabalhador que ingressa 
com ação e falta a audiência sem justificativa deve pagar custas mesmo 
em caso de Justiça gratuita. A decisão é da 17ª Turma do Tribunal 
Regional do Trabalho da 2ª Região, ao manter sentença que condenou o 
autor a pagar R$ 268 de custas processuais por não comparecer a 
audiência tampouco apresentar justificativa para sua ausência.</p>



<p>Após
 ser condenado em primeira instância, o homem apresentou recurso 
alegando que não poderia ser condenado a pagar as custas pois era 
beneficiário da Justiça gratuita. Além disso, alegou violação ao 
princípio do acesso à Justiça.</p>



<p>A 17ª Turma do TRT-2, no entanto, 
entendeu estar correta a sentença. Em seu voto, a relatora, 
desembargadora Maria de Lourdes Antonio, explicou que, quando o 
trabalhador ingressou com a ação, já estava em vigor a nova legislação 
trabalhista (Lei 13.467/2017).</p>



<p>&#8220;Como a norma estava em plena 
vigência quando do ajuizamento da ação, o reclamante estava ciente de 
que o não comparecimento injustificado teria por consequência a 
condenação em custas, ainda que obtivesse o benefício da justiça 
gratuita. Não&nbsp;tendo comparecido na audiência e não tendo apresentado 
qualquer justificativa, ele deve se&nbsp;responsável pelas suas atitudes&#8221;, 
afirmou.</p>



<p>A desembargadora também afastou o argumento de que a 
decisão violou o princípio do acesso à Justiça,&nbsp;uma vez que a lei&nbsp;não 
retira o direito à gratuidade da Justiça integral, apenas afasta o 
direito à isenção do pagamento das custas processuais quando o 
reclamante dá causa ao arquivamento do processo, como ocorrido neste 
caso.</p>



<p>“O disposto no artigo 844, § 2º, da CLT não é 
inconstitucional, pois apenas pretende desestimular a litigância 
descompromissada, trazendo maior responsabilidade processual aos 
reclamantes na Justiça do Trabalho”, disse.</p>



<p>Na decisão, Maria de 
Lourdes disse ainda que o autor da ação não pode deixar de comparecer a 
audiência sem qualquer justificativa e esperar que seu ato não lhe 
acarrete qualquer consequência jurídica porque tem direito à gratuidade 
da Justiça.</p>



<p>&#8220;O autor ocupou precioso tempo da pauta do juízo; 
ocupou tempo da reclamada, que deveria estar presente na audiência sob 
pena de revelia; tempo do advogado da reclamada, não apenas por ter de 
estar presente no ato, mas também por ter de elaborar a defesa. Quiçá 
também tenha ocupado tempo de testemunhas que deixaram de trabalhar para
 comparecer à audiência designada”, explicou.</p>



<p>O trabalhador já apresentou recurso de revista contra a decisão do TRT-2, ainda não julgado. <em>Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-2.</em></p>



<p><strong>Clique <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.conjur.com.br/dl/justica-gratuita-nao-impede-condenacao.pdf" target="_blank">aqui</a> para ler o acórdão.<br> 1000091-23.2018.5.02.0435</strong></p>



<p>Fonte: ConJur &#8211; <a href="https://www.conjur.com.br/2018-ago-20/justica-gratuita-nao-impede-cobranca-custas-falta-audiencia?fbclid=IwAR3NMVxEBLmS_Bf656ZtdhiRPUOn2zz2jSUL6Tu_EvaIRKDz1uvdiA_r-ls">https://www.conjur.com.br/2018-ago-20/justica-gratuita-nao-impede-cobranca-custas-falta-audiencia?fbclid=IwAR3NMVxEBLmS_Bf656ZtdhiRPUOn2zz2jSUL6Tu_EvaIRKDz1uvdiA_r-ls</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lista de cabimento de agravo de instrumento deve ser ampliada, diz Nancy</title>
		<link>https://bmiadvogados.com.br/lista-de-cabimento-de-agravo-de-instrumento-deve-ser-ampliada-diz-nancy/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitesrapidos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 17:23:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bmiadvogados.com.br/?p=437</guid>

					<description><![CDATA[A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça começou a julgar nesta quarta-feira (1º/8)&#160;os recursos repetitivos&#160;que discutem se a lista de possibilidades de interposição de agravo de instrumento é exaustiva ou exemplificativa. O rol está no artigo 1.015 do Código de Processo Civil e o tribunal discute se o dispositivo permite o cabimento de agravo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Corte 
Especial do Superior Tribunal de Justiça começou a julgar nesta 
quarta-feira (1º/8)&nbsp;os recursos repetitivos&nbsp;que discutem se a lista de 
possibilidades de interposição de agravo de instrumento é exaustiva ou 
exemplificativa. O rol está no artigo 1.015 do Código de Processo Civil e
 o tribunal discute se o dispositivo permite o cabimento de agravo 
contra possibilidades não expressamente previstas.</p>



<figure class="wp-block-image is-style-default"><img decoding="async" src="https://www.conjur.com.br/img/b/ministra-stj-nancy-andrighi-julh2.jpeg" alt=""/><figcaption>Decisões interlocutórias precisam de forma mais célere de análise, afirma ministra Nancy Andrighi, em voto na Corte Especial.<br>
<sup>Gustavo Lima/STJ</sup></figcaption></figure>



<p>O julgamento começou nesta quarta-feira (1º/8) com voto da 
relatora, ministra Nancy Andrighi, que defendeu dar maior abrangência ao
 dispositivo do CPC. Mas a discussão&nbsp;foi suspensa&nbsp;por pedido de vista da
 ministra Maria Thereza de Assis Moura.</p>



<p>De acordo com o 
artigo 1.015 do CPC, o agravo de instrumento cabe contra decisões 
interlocutórias que tratem de 12 situações específicas. Processualistas 
criticam a restrição, já que o CPC anterior, de 1973, dizia 
genericamente que o agravo de instrumento era cabível contra decisões 
interlocutórias anteriores à sentença final.&nbsp;</p>



<p>Em 
novembro de 2017, a 4ª Turma do STJ decidiu que a lista do dispositivo 
deve ser ampliada em algumas situações. Naquele caso concreto, a decisão
 foi de autorizar o agravo de instrumento contra alegações de 
incompetência, o que não está previsto no artigo 1.015.</p>



<p>Nesta
 quarta, a ministra Nancy votou em sentido semelhante. Para ela, o 
dispositivo do CPC deve ter a &#8220;taxatividade mitigada&#8221;. Ou seja, o agravo
 de instrumento deve ser admitido quando for apresentado para discutir 
questões urgentes e de difícil reparação, caso não sejam apreciadas no 
momento em que questionadas.</p>



<p>No caso da decisão da 4ª 
Turma, venceu a tese do ministro Luis Felipe Salomão. Segundo ele, a 
lista do artigo 1.015 deve ser ampliada para casos em que a 
jurisprudência ou a própria lei exijam análise imediata do Judiciário. 
Naquela ocasião, a turma discutiu uma alegação de incompetência, que o 
parágrafo 3º do artigo 64 do próprio CPC manda serem analisadas com 
&#8220;imediatamente&#8221;.</p>



<p>De acordo com o voto da ministra Nancy 
desta quarta, o Judiciário precisa definir alguma forma de análise mais 
célere de decisões interlocutórias, mesmo que elas não estejam descritas
 no artigo 1.015. Por isso a &#8220;taxatividade mitigada&#8221;.</p>



<p>A 
ministra Maria Thereza pediu vista para estudar o assunto com mais 
profundidade, diante da abrangência e importância do caso e já que a 
discussão ainda é recente — o CPC foi aprovado em março de 2015 e entrou
 em vigor um ano depois, tendo o debate sobre o cabimento de agravo de 
instrumento como um dos principais.</p>



<p> REsp 1.696.396<br> REsp 1.704.520</p>



<p><em>Fonte: ConJur</em> &#8211; <a href="https://www.conjur.com.br/2018-ago-01/cabimento-agravo-instrumento-ampliado-nancy?fbclid=IwAR3tLPH9nS9S1fP8yPZnB1692_AdCtbrWQojZmrI2wSEVVUYvJuB76bN45s">https://www.conjur.com.br/2018-ago-01/cabimento-agravo-instrumento-ampliado-nancy?fbclid=IwAR3tLPH9nS9S1fP8yPZnB1692_AdCtbrWQojZmrI2wSEVVUYvJuB76bN45s</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Supremo rejeita volta da obrigação de trabalhador pagar contribuição sindical</title>
		<link>https://bmiadvogados.com.br/supremo-rejeita-volta-da-obrigacao-de-trabalhador-pagar-contribuicao-sindical/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitesrapidos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bmiadvogados.com.br/?p=431</guid>

					<description><![CDATA[Por maioria de 6 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta sexta-feira (29) pedidos para tornar novamente obrigatório o pagamento da contribuição sindical. A Corte analisou 19 ações apresentadas por entidades sindicais contra regra da reforma trabalhista aprovada no ano passado que tornou o repasse facultativo, em que cabe ao trabalhador autorizar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="431" class="elementor elementor-431" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-20365c76 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="20365c76" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-default">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-5e273cff" data-id="5e273cff" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-5f1b73c elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="5f1b73c" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p></p>
<p>Por maioria de 6 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou nesta sexta-feira (29) pedidos para tornar novamente obrigatório o pagamento da contribuição sindical.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A Corte analisou 19 ações apresentadas por entidades sindicais contra regra da reforma trabalhista aprovada no ano passado que tornou o repasse facultativo, em que cabe ao trabalhador autorizar individualmente o desconto na remuneração.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A contribuição equivale ao salário de um dia de trabalho, retirado anualmente na remuneração do empregado para manutenção do sindicato de sua categoria.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Ao final do julgamento, 6 dos 11 ministros do STF votaram em favor da manutenção da nova regra de facultatividade: Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Cármen Lúcia.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Contra votaram 3 ministros: Edson Fachin, relator da ação, Rosa Weber e Dias Toffoli. Não participaram do julgamento os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Nas ações, entidades sindicais alegaram forte queda em suas receitas, comprometendo a negociação de acordos coletivos e serviços de assistência aos trabalhadores.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Além disso, alegaram problemas formais na aprovação da nova regra; para as entidades, o fim da obrigatoriedade não poderia ser aprovado numa lei comum, como ocorreu, mas sim por lei complementar ou emenda à Constituição, que exigem apoio maior de parlamentares.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A maioria dos ministros, porém, considerou que a Constituição não fixou uma norma rígida em relação às formas de financiamento dos sindicatos, passível de mudança pelo Congresso. Além disso, entenderam que a liberdade sindical também pressupõe autonomia do trabalhador, dando a ele opção de não se filiar e também não ser obrigado a manter o sindicato.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Fonte: G1 &#8211; <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/supremo-rejeita-volta-da-obrigacao-de-trabalhador-pagar-contribuicao-sindical.ghtml?fbclid=IwAR0JKVQFD_Zv_tHKrTcf9QYEHV5BD1Dg1IW7hCgIV98JtuO_gG8ZhDz0T90">https://g1.globo.com/politica/noticia/supremo-rejeita-volta-da-obrigacao-de-trabalhador-pagar-contribuicao-sindical.ghtml?fbclid=IwAR0JKVQFD_Zv_tHKrTcf9QYEHV5BD1Dg1IW7hCgIV98JtuO_gG8ZhDz0T90</a></p>
<p></p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
		]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>10 habilidades que você vai precisar durante e após a pandemia</title>
		<link>https://bmiadvogados.com.br/10-habilidades-que-voce-vai-precisar-durante-e-apos-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sitesrapidos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 18:55:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bmiadvogados.com.br/?p=231</guid>

					<description><![CDATA[10 habilidades que você vai precisar durante e após a pandemia Como a maioria dos empreendimentos em todo o mundo, os escritórios deadvocacia também estão sentindo na pele os efeitos da pandemia causada pelo novo coronavírus &#8211; o COVID-19. “Não dá mais para ir ao escritório”, “os clientes sumiram” e “os processos paralisaram” são alguns [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="231" class="elementor elementor-231" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-560a79f4 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="560a79f4" data-element_type="section" data-e-type="section">
						<div class="elementor-container elementor-column-gap-default">
					<div class="elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-2fc0d91f" data-id="2fc0d91f" data-element_type="column" data-e-type="column">
			<div class="elementor-widget-wrap elementor-element-populated">
						<div class="elementor-element elementor-element-5fd606a elementor-widget elementor-widget-heading" data-id="5fd606a" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="heading.default">
				<div class="elementor-widget-container">
					<h1 class="elementor-heading-title elementor-size-default">10 habilidades que você vai precisar durante e após a pandemia</h1>				</div>
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-6df2c280 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="6df2c280" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p></p>
<p>Como a maioria dos empreendimentos em todo o mundo, os escritórios deadvocacia também estão sentindo na pele os efeitos da pandemia causada pelo novo coronavírus &#8211; o COVID-19.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>“Não dá mais para ir ao escritório”, “os clientes sumiram” e “os processos paralisaram” são alguns exemplos dos assuntos do momento entre os advogados. Além disso, dúvidas sobre “como <a href="https://blog.jusbrasil.com.br/artigos/823290522/advogar-de-casa-4-dicas-essenciais-para-voce-superar-o-isolamento-social" target="_blank" rel="noreferrer noopener">advogar em home office</a>” ou “como atender, manter e captar clientes” são temas de várias lives no Instagram afora.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Se não bastassem as próprias incertezas acerca da atuação profissional, as <strong>situações causadas pela pandemia estão exigindo soluções ainda não pensadas ou desconhecidas</strong>. Aqui no Jusbrasil, por exemplo, você vai encontrar <a href="https://docs.google.com/spreadsheets/d/15qKKjXTz7BXChaoTWvX4suGItQLdEWeZsCkQOT2Hzfo/edit?usp=sharing" target="_blank" rel="noreferrer noopener">uma planilha</a> com diversas dúvidas jurídicas das pessoas em tempos de pandemia.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A propósito, muitas ainda estão sem respostas.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Como nunca antes na história, <strong>você, advogado, precisará de algumas habilidades específicas que podem ser muito úteis durante e após esse período tão incerto</strong>.</p>
<p></p>
<p></p>
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://thumbs.jusbr.com/imgs.jusbr.com/publications/images/12e9ee589af5a9fec9e29afd7ea9195a" alt="" /></figure>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading">1 &#8211; Positividade</h3>
<p></p>
<p></p>
<p>É difícil pensar positivo quando as coisas não vão bem, principalmente quando as camadas mais importantes da nossa vida são afetadas, como o<br />contato com as pessoas &#8211; ou a falta dele &#8211; e o trabalho.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>O coronavírus pegou todos de surpresa e o seu impacto será percebido durante muito tempo ainda. Mas uma coisa é certa: <strong>vamos superar</strong>, e você precisa acreditar nisso.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading">2 &#8211; Autoconfiança</h3>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>Ser autoconfiante não significa deixar de sentir medo</strong>.<br />O medo existe, principalmente agora em que estamos lidando com algo novo e que está mexendo com a nossa saúde, sociedade e economia.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Autoconfiança é a capacidade de <strong>acreditar que você possui todos os recursos necessários para superar qualquer situação</strong> e, se não os tiver, que também é capaz de buscá-los ou mesmo desenvolvê-los.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading">3 &#8211; Ter equilíbrio emocional</h3>
<p></p>
<p></p>
<p>Apesar dos prazos suspensos, as incertezas do mercado, as cobranças dos clientes por resultados e o próprio fato do seu escritório estar funcionando em casa agora são situações que temos que lidar, de um jeito ou de outro.</p>
<p></p>
<p></p>
<p><strong>Manter o equilíbrio emocional é essencial </strong>para que tudo isso não afete o seu comportamento ou o rendimento no trabalho.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Se você precisar de ajuda com isso, existem até <a href="https://zenklub.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataformas online</a> com foco em saúde emocional.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading">4 &#8211; Demonstrar empatia</h3>
<p></p>
<p></p>
<p>A empatia é importante em qualquer ambiente, mas ainda mais essencial nesse momento de pandemia.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Empatia é a <strong>capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa</strong>, de forma que se consiga compreender o próximo a ponto de entender o que ele sente.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Seja na sua relação com seus colaboradores ou na tomada de decisões sobre algum caso específico, <strong>a empatia certamente deixará a situação ou o dia mais leve</strong>.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading">5 &#8211; Se comunicar bem</h3>
<p></p>
<p></p>
<p>Transmitir as ideias de uma forma que se consiga passar para outra pessoa exatamente o que se está querendo dizer é algo desafiador por meio de uma videoconferência.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Por isso, <strong>a </strong><a href="https://softwarejuridico.jusbrasil.com.br/artigos/713900462/escrever-bem-te-faz-um-advogado-melhor-por-essas-razoes?ref=serp" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>habilidade de se comunicar bem</strong></a><strong> está sendo tão exigida nesse momento de isolamento social</strong>.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>E isso inclui também a escrita. Muitas coisas são resolvidas por e-mail ou algum tipo de <em>app </em>de mensagens e, escrevendo de maneira clara e correta, você garante uma boa comunicação.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading">6 &#8211; Ser criativo para resolver problemas</h3>
<p></p>
<p></p>
<p>Qualquer advogado está acostumado a resolver problemas, mas pode ser que nesse momento seja necessário uma pitada de <strong>criatividade</strong>.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Criatividade nada mais é que a capacidade de <strong>criar</strong>,<strong> produzir </strong>ou <strong>transformar </strong>situações, e <strong>inovar</strong> no modo de agir em cada uma delas.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Problemas nas relações de trabalho, uma quantidade imensa de voos cancelados, a <a href="https://aliceaquino.jusbrasil.com.br/artigos/824978981/direitos-nao-sao-absolutos-estamos-aprendendo-na-pratica-parceria-juliana-ayello" target="_blank" rel="noreferrer noopener">repressão de Direitos absolutos</a><br />e as próprias incertezas quanto ao escritório fechado e o home office demandam uma aptidão para soluções criativas e eficazes por parte dos<br />advogados.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading">7 &#8211; Ser capaz de se adaptar às mudanças</h3>
<p></p>
<p></p>
<p>As novas tecnologias já vinham <a href="https://blog.jusbrasil.com.br/artigos/818064391/conheca-5-tecnologias-que-podem-impulsionar-os-resultados-do-seu-escritorio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">impactando o mercado jurídico</a>, exigindo dos advogados e escritórios de advocacia uma postura diferente, e é inegável que <strong>a pandemia intensificou esse processo de mudanças</strong>.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Trabalhos sendo <a href="https://blog.jusbrasil.com.br/artigos/822528897/advocacia-home-office-como-fazer-da-sua-casa-o-seu-escritorio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desenvolvidos à distância</a>, processos dando lugar aos acordos e uma tendência enorme de que as relações sejam, de fato, <a href="https://blog.jusbrasil.com.br/artigos/821514537/como-as-plataformas-digitais-podem-impactar-o-seu-escritorio-de-advocacia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cada vez mais digitais</a>, exigem de todo advogado a habilidade de se adaptar.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading">8 &#8211; Elaborar um bom plano</h3>
<p></p>
<p></p>
<p>Criar planos para o seu escritório é tão importante quanto ter uma visão clara sobre os seus objetivos.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Principalmente agora, você deve ter em mente que suas ações precisam sempre ser voltadas para um determinado fim, para que você consiga direcionar seu<br />esforços de maneira mais eficiente, sem perder a essência da sua organização.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>O que <a href="https://blog.jusbrasil.com.br/artigos/824475606/marketing-juridico-acoes-eficazes-para-esse-periodo-de-isolamento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">você pode fazer enquanto está de quarentena</a>?<br />Como se planejar para trabalhar em home office? Quais as previsões e tendências do mercado quando tudo voltar ao normal? O que você vai fazer a respeito? O comportamento dos clientes mudou ou mudará? Quais habilidades você precisará adquirir?</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Se planejar não é uma habilidade sua, você precisará desenvolvê-la agora para continuar caminhando rumo aos seus objetivos.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading">9 &#8211; Ser um líder ainda melhor</h3>
<p></p>
<p></p>
<p>Mesmo com a possibilidade de trabalhar em home office, a pandemia pegou muitos advogados desprevenidos e que não estão habituados a atuar ou<br />gerenciar o seu escritório de forma remota.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Além disso, toda essa situação trouxe com ela a necessidade de garantir que a sua equipe também está performando bem. Como líder, você precisa ser exemplo para seus colaboradores e <strong>motivá-los a pensar de maneira positiva nesse momento</strong>.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A habilidade de liderar é essencial para fazer com que o seu escritório continue funcionando, mesmo de portas fechadas, e atravesse esse período<br />de isolamento de maneira sustentável.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading">10 &#8211; Manter o foco em meio aos caos</h3>
<p></p>
<p></p>
<p>É fácil perder o foco neste mundo de informações constantes e em ritmo acelerado, e essa quantidade de informações se intensificou agora.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Se não bastasse isso, o dia a dia de trabalho em casa também traz uma lista gigante de distrações que podem desviar o seu foco.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>É bom ficar atualizado e informado sobre o que está acontecendo, mas manter o foco naquilo que você precisa fazer e que te trará resultados é<br />uma habilidade a ser desenvolvida agora.</p>
<p></p>
<p></p>
<p><a href="https://blog.jusbrasil.com.br/artigos/820360493/3-metodos-para-fazer-as-coisas-acontecerem-no-seu-escritorio?ref=serp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nesse artigo</a> você vai encontrar algumas dicas para fazer as coisas acontecerem nesse período.</p>
<p></p>
<p></p>
<h3 class="wp-block-heading">Conclusão</h3>
<p></p>
<p></p>
<p>Imagine quais habilidades estão sendo exigidas de empreendedores como Bill Gates e Mark Zuckerberg agora.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>A Microsoft, por exemplo, está lutando para manter de pé os servidores de nuvem em razão do <a href="https://www.theverge.com/2020/3/29/21198673/microsoft-cloud-demand-xbox-gamerpics-disable-coronavirus-pandemic" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aumento de 775% de usuários</a>. O Facebook está batalhando para extirpar fake news e o Google decidiu que <a href="https://www.theverge.com/2020/3/27/21197260/google-cancels-april-fools-jokes-2020-coronavirus-covid19-pranks" target="_blank" rel="noreferrer noopener">não publicará sua tradicional brincadeira </a>de Primeiro de Abril.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Habilidades estão sendo exigidas de advogados também.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>São tempos de mudanças&#8230;</p>
<p></p>
<p></p>
<p><em>Fonte: blog jusbrasil</em></p>
<p></p>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div>
		]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
